segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Nostalgia.




Brilho eterno de uma mente sem lembranças.

Joel:  _ Eu fui. Eu achei que talvez você fosse louca. Mas você era interessante.
Clem: _ Eu gostaria que você tivesse ficado.
Joel:   _ Eu gostaria de ter ficado também.

Esse filme me fez ver,que dessa vida,o que se leva são as lembranças. A morte não existe. Morrer é simplesmente esquecer de tudo, esquecer até que um dia se estava vivo. Por melhores ou piores que sejam, cada lembrança merece ser guardada, pois é tudo o que temos e deixamos: lembranças.

Lembro a primeira vez que vi esse filme, ele me foi apresentado pela minha irmã. Depois, eu apresentei o filme a umas amigas. E, aparentemente, elas ficaram tão sem entender o desfecho e o significado do filme, mas eu entendi.

Lembranças, elas sempre são bem-vindas. Principalmente quando se é  saudosistas e nostálgica como eu sou..

Relógios.








O som agudo da chuva molha
Liga o som da natureza
A principal música é composta por buzinas e ronco de motor de veículos
Luzes se acendem com o desabar da noite
Sentada ali a tarde inteira em pleno sábado
Sem sinapses suficientes aos poucos percebe seu rendimento
Observa as fotos de seus amigos no orkut
E percebe que o tempo mudou muitas coisas

Não fora convidada para o casamento recente de uma amiga que era "inseparável" há anos atrás
Viu que aquela sua outra amiga virou motociclista e fez uma reviravolta em sua vida
E você para,olha e percebe que as coisas mudam,como as coisas mudam.
Por vezes esse processo pode ser doloroso,pois as mudanças nem sempre são bem – vindas,mas sempre são necessárias.
Nós não somos o que gostaríamos de ser.
Nós não somos o que ainda iremos ser.
Mas, graças a Deus,
Não somos mais quem nós éramos.

domingo, 26 de setembro de 2010

Diferente.

 
Apesar de incompleto, os meus sentimentos são leais ao que eu necessito.
Podem ser um tanto distorcidos ou incoerentes,mas são de alma e coração.
Mágoas, dias de paz, dias a mais, lembranças de dias que eu jamais desejei.
As imagens que vejo, mentem, manipulam, e me empobrecem de percepção.
Inexpressiva, talvez.
Na realidade penso que eu só quero suportar um pouco mais,
em um mundo que ajudei um dia
a se tornar tão banal.